Heroísmo de menina chinesa animou a devoção eucarística do Servo de Deus Fulton Sheen
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Heroísmo de menina chinesa animou a devoção eucarística do Servo de Deus Fulton Sheen
Gaudium Press - 2015/06/09

Washington - Estados Unidos (Terça-feira, 09-06-2015, Gaudium Press) A agência ACI recordou um testemunho do Servo de Deus Fulton Sheen, Arcebispo norte-americano recordado pelo seu apostolado nos meios de comunicação, que revelou pouco antes de sua morte como o martírio de uma menina chinesa lhe inspirou uma arraigada devoção eucarística.

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O relato, feito durante uma entrevista concedida meses antes de seu falecimento em 1979, recorda uma menina anônima na China, que em meados do século XX durante a forte perseguição comunista à Igreja conhecida como "Revolução Cultural", foi testemunha da profanação do templo paroquial pelas autoridades. Segundo Dom Sheen, o sacerdote foi isolado na reitoria do templo e os atacantes extraíram o Santíssimo Sacramento do Sacrário, esparzindo as hóstias pelo chão, um total de 32 formas eucarísticas.

A menina, que não podia fazer nada para impedir o sacrilégio esperou que caísse a noite para burlar a vigilância posta no templo e orar como reparação à grave ofensa. Ao final de uma Hora Santa, se aproximou das hóstias e com sua língua recolheu uma delas e comungou. Seguindo a disciplina eclesiástica de seu tempo, a pequena não tocou com as suas mãos a Eucaristia e somente tomou uma hóstia, retornando na noite seguinte para repetir este ato de adoração.

A pequena devota repetiu este gesto durante um mês, até completar as 32 visitas necessárias para consumir a totalidade das hóstias e remediar desta maneira o sacrilégio das autoridades. Na última noite, relatou o Servo de Deus, foi descoberta pelo guarda que vigiava o lugar e golpeada com o rifle repetidamente, o que ocasionou sua morte. Os fatos foram presenciados pelo sacerdote desde sua reclusão e conhecidos posteriormente pelo Arcebispo norte-americano.

Dom Fulton Sheen assegurou aos seus entrevistados que a história da pequena lhe revelou o zelo apostólico que todo crente deve ter para com Jesus, presente na Eucaristia e seu martírio lhe inspirou a promessa de realizar todos os dias de sua vida uma Hora Santa diante do Santíssimo Sacramento. (GPE/EPC)

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